Restaurantes japoneses

Aizomê: Uma chef por trás de um dos melhores restaurantes japoneses de São Paulo — que ainda tem a loja oriental mais charmosa da cidade

Se o térreo tem uma decoração japonesa tradicional, o primeiro andar -- que você acessa por uma escada com uma chuva de tsuru dourados -- leva madeira nas paredes e no teto, em um jogo de ângulos inspirado no origami, a arte da dobradura de papel. Imagem: Divulgação Que o Japão é um país extremamente machista, quem já foi sabe. No teatro kabuki, apenas homens interpretam personagens masculinos e femininos. Nos negócios, praticamente não existem mulheres no topo da hierarquia corporativa (e mais da metade das poucas presidentes de...


Ryo Gastronomia: Um dos melhores restaurantes – não só japoneses – de São Paulo

O Ryo agora recebe apenas oito pessoas por vez, todos sob a atenção do itamae Edson Yamashita. Imagem: Shoichi Iwashita O sushi precisa ser servido com seu shari (o arroz temperado do sushi) na temperatura do corpo, morno. E os dois ou mais minutos que o sushi leva para chegar à mesa fazem toda a diferença; para pior, ainda mais com o ar-condicionado dos salões. Por isso, em restaurantes japoneses, é sempre preferível sentar-se ao balcão: o itamae prepara os sushi, um por um, e você come, um por um, imediatamente. (Sem falar que eu...


Jun Sakamoto: Um dos melhores e mais cerimoniosos sushi de São Paulo (mas que serve salmão chileno de cativeiro)

O destaque da noite — junto com o pargo (tai), com shiso  e umeboshi, que eu amo — é sempre o ootoro, a barriga gorda do atum bluefin, que vem do Mediterrâneo. O peixe é “caçado” no mar e levado para um cativeiro até ser abatido. Imagem: Shoichi Iwashita O endereço é um só — uma casinha na rua Lisboa quase esquina com a Rebouças, sem nome e com o portão fechado, ou seja, praticamente invisível — e, apesar de contar com apenas 36 lugares, é como se fossem dois restaurantes em um. No primeiro, a experiência mais...


Matsuhisa: Comida nipo-peruana no coração do hotel-palácio Royal Monceau

Sempre que leio que algum chef  de quem gosto está abrindo uma franquia parece uma traição, como se ele tivesse trocando a arte pelo comércio, mais preocupado com o dinheiro que com a qualidade. Mas as boas franquias — aquelas que conseguem manter o padrão — têm um lado bom: para os locais e quem viaja frequentemente e deixa de buscar apenas o que é genuíno e regional, elas permitem experiências familiares em várias partes do mundo. E assim como eu AMO comer os cinnamon rolls  da Cinnabon em Los Angeles ou em Dubai, o Black...


Shin Zushi, dos melhores japoneses, o mais tradicional

Amo a gritaria do Shin Zushi (o pessoal no balcão pede alguma coisa e todas as garçonetes — até as brasileiras — gritam haaaaaai ). Da família Mizumoto (já na segunda geração), com o Ken no balcão e a Miyuki-san, sua mãe, no gerenciamento do salão, o restaurante é um japonês tradicional (no atendimento, na decoração, na clientela majoritariamente japonesa) e sem firulas. Meu pai, que é japonês “importado”, não se sente bem em restaurantes como o Jun Sakamoto e o Kinoshita porque só tem brasileiro, os...


Sukiyabashi Jiro Honten

Se eu dividir o preço do almoço pelo tempo que ele durou, posso dizer com tranquilidade que foi o minuto em restaurante mais caro da minha vida (mais precisamente R$ 50 por minuto). O Sukiyabashi Jiro é espetacular. Mas o mais intrigante é que a experiência nos mostra o quão diferentes são os approachs  do que é alta gastronomia no Japão e no Ocidente. Em um restaurante francês ou contemporâneo em Paris, Nova York ou São Paulo, se você pagar US$ 400 por pessoa num almoço (só o omakase, menu-degustação em japonês, do Jiro...


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