Restaurantes japoneses em São Paulo

Ryo Gastronomia: Um dos melhores restaurantes – não só japoneses – de São Paulo

O Ryo agora recebe apenas oito pessoas por vez, todos sob a atenção do itamae Edson Yamashita. Imagem: Shoichi Iwashita O sushi precisa ser servido com seu shari (o arroz temperado do sushi) na temperatura do corpo, morno. E os dois ou mais minutos que o sushi leva para chegar à mesa fazem toda a diferença; para pior, ainda mais com o ar-condicionado dos salões. Por isso, em restaurantes japoneses, é sempre preferível sentar-se ao balcão: o itamae prepara os sushi, um por um, e você come, um por um, imediatamente. (Sem falar que eu...


Jun Sakamoto: Um dos melhores e mais cerimoniosos sushi de São Paulo (mas que serve salmão chileno de cativeiro)

O endereço é um só — uma casinha na rua Lisboa quase esquina com a Rebouças, sem nome e com o portão fechado, ou seja, praticamente invisível — e, apesar de contar com apenas 36 lugares, é como se fossem dois restaurantes em um. No primeiro, a experiência mais exclusiva: apenas de segunda a sexta (apesar de o restaurante também abrir aos sábados), oito pessoas ocupam parte do balcão, para começar a jantar, juntas, às 20h, provando exatamente o mesmo omakase  (menu-degustação) de 16 etapas, formado principalmente por sushi,...


Aizomê: Uma chef por trás de um dos melhores restaurantes japoneses de São Paulo

Que o Japão é um país extremamente machista, quem já foi sabe. No teatro kabuki, apenas homens interpretam personagens masculinos e femininos. Nos negócios, praticamente não existem mulheres no topo da hierarquia corporativa (e mais da metade das poucas presidentes de empresa no Japão herdaram o cargo de algum parente). Na política, você tampouco irá encontrá-las. E na gastronomia é a mesma coisa: você nunca verá uma mulher atrás de um balcão de sushi  (ou mesmo trabalhando nas cozinhas dos mais famosos restaurantes do...


Shin Zushi, dos melhores japoneses, o mais tradicional

Amo a gritaria do Shin Zushi (o pessoal no balcão pede alguma coisa e todas as garçonetes — até as brasileiras — gritam haaaaaai ). Da família Mizumoto (já na segunda geração), com o Ken no balcão e a Miyuki-san, sua mãe, no gerenciamento do salão, o restaurante é um japonês tradicional (no atendimento, na decoração, na clientela majoritariamente japonesa) e sem firulas. Meu pai, que é japonês “importado”, não se sente bem em restaurantes como o Jun Sakamoto e o Kinoshita porque só tem brasileiro, os...


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