Como era voar no Concorde: A poltrona quase-econômica, o serviço primeira classe e a sensação de viajar no tempo

Foi um retrocesso para a aviação comercial. Eu tinha vinte anos, morava em Londres, ia regularmente para Nova York, e achava que os voos supersônicos existiriam para sempre. E já são de mais de quinze anos sem o Concorde. Foram apenas doze os aviões — British Airways com sete e a Air France com cinco — que, por 27 anos, encurtaram as distâncias do mundo. E, mesmo com toda a tecnologia do século 21, não há qualquer previsão ou perspectiva para a próxima década de que exista novamente um voo comercial na velocidade Mach 2 (ou...