2011

Armani Hotel Milano: Experiência milanesa autêntica

Giorgio Armani nasceu em Piacenza, cidade a uma hora ao sul de Milão, mas foi na capital da Lombardia que começou sua carreira como vitrinista da loja de departamentos Rinascente (ao lado da Duomo) e se transformou no mais bem sucedido — e rico — estilista não só da Itália mas do mundo (em segundo lugar, vem Ralph Lauren). E se a colaboração entre nomes da moda e a hotelaria não é nova (de quartos assinados por marcas e estilistas — como as suítes Dior e Tiffany no St. Regis, em Nova York, à suíte Diane von Furstenberg no...


Armani/Ristorante Milano: Um macaron Michelin, com sobremesas que valem 3

Enquanto para ser bem sucedido na moda, gerar desejo é um dos maiores desafios para o sucesso, na restauração e na hotelaria são muitas  outras complexas variáveis envolvidas para atingir o mesmo resultado. Apesar do sólido sucesso de Giorgio Armani no mundo da moda, dos perfumes e do design  (já são 40 anos de uma carreira sem igual de tão bem sucedida), foi com desconfiança que muita gente recebeu a notícia da abertura do hotel e restaurante do estilista em Milão (cidade com tradições hoteleira e gastronômica bastante...


Black Mirror, uma série desconfortavelmente incrível

Como um espelho preto. É assim que ficam as telas das TVs, monitores e celulares, quando desligados. E esse é o nome de uma das séries mais apocalípticas e interessantes já escritas para a TV. Dá vontade de descrever o roteiro do primeiro episódio, The National Anthem, mas contar qualquer coisa a partir do quinto minuto, já seria contar demais. É preciso assistir. É sempre fascinante quando um filme consegue incomodar, fazer refletir ou despertar sentimentos nem sempre muito presentes. Monika e o Desejo, de Ingmar Bergman, Dançando...


25hours, o único e hipster hotel em HafenCity

Junto com a carta de boas vindas, o que te espera no quarto, em vez de vinho ou champagne, é uma garrafinha da Astra, a cerveja de Hamburgo, que tem uma âncora como símbolo. O porto e as navegações foram as principais inspirações para a concepção do 25 hours Hotel HafenCity. Nem a vista para o pântano, que fica entre o hotel e o rio Elba, nem a ausência de banheiras nos quartos, academia e room service  tiram o brilho deste hotel hipster-chic  (o décor  é industrial, mas não ocupou um prédio antigo e abandonado, já que foi...


Mandarin Oriental Paris

Não há localização melhor em Paris. E, nisso, o Mandarin Oriental, que apesar de criança já é considerado como um hotel palace  pelo órgão de turismo francês, saiu na frente dos seus rivais orientais (Shangri-La, Peninsula e Royal Monceau). A alguns passos, literalmente, do bar do Costes e do Hemingway (quando o Ritz reabrir), da Colette, do restaurante do Meurice, do chocolate quente do Angelina, das lojas gastronômicas da Madeleine, de todas as joalherias da Place Vendôme e de todas as lojas das marcas mais luxuosas do planeta...


Desh, de Akram Khan

Um palco mal iluminado, sem música. O bailarino veste uma calça saruel, carrega uma lanterna, e passando a mão na parede e no chão — como se quisesse ver a poeira impregnada nesta viagem de reflexão sobre a sua relação com o pai já morto —, ele logo pega uma marreta e, com toda a força, bate no solo que representa suas origens bengalesas. Seja através das marretadas, das relações que o bailarino mantém com os objetos de cena ou dos movimentos ágeis e bruscos, existe uma agressividade latente em Desh, o primeiro solo de...


Bacio di Latte

Sorvete igual ao italiano não há. Numa era quando São Paulo ainda não tinha a Gelateria Parmalat, a Vipiteno ou a Bacio di Latte, me lembro de, na Itália, tomar dois, três gelati  por dia só pra aproveitar ao máximo a cremosidade e o superlativo sabor dos sorvetes. E da abertura da Bacio di Latte, na Oscar Freire, em 2011, para as sete filiais existentes! - e bem sucedidas - em dois anos, só mostra o quão carentes, nós, paulistanos, éramos de um bom gelato. Os sorvetes são feitos diariamente, utilizando leite fresco, açúcar...


Épice

O Épice fechou definitivamente em janeiro de 2016, mas esse texto ainda vale para entender o estilo de cozinha do chef  Alberto Landgraf. Os R$ 38 por uma caipirinha de vodca, os R$ 85 por um prato de frango, os R$ 35 por uma sobremesa não combinam nada com a decoração espartana do Épice (eu preferia a ambientação anterior). Pelo menos, assim como em restaurantes nos Estados Unidos e no Japão, o fato de eles não cobrarem pela água, que vem em garrafinhas e você pode pedir à vontade, com ou sem gás; e o couvert — com pães...


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