A Brooklyn Black Ops foi uma das garrafas que levei. É uma cerveja stout (de cevada torrada e não maltada), envelhecida por quatro meses em barris de bourbon, refermentada com leveduras de champagne, e 11,5% de gradação alcoólica. É uma cerveja super especial e a comunicação é tão legal (eles dizem que ela não existe, é apenas um boato) que você só encontra a cerveja no site deles pelo Google; não há nenhum link para a Black Ops no site. :- )

Em voos internacionais, não tem jeito. Se estiver levando ou trazendo bebidas alcoólicas, tem de despachar dentro da mala e rezar para que as garrafas — e suas roupas — cheguem intactas ao destino.

Mas, nos voos dentro do Brasil, você pode levar na bagagem de mão até cinco garrafas de vinho, uísque ou de cerveja (ou qualquer outra bebida com menos de 70% de álcool), desde que cada garrafa não ultrapasse um litro.

Quando você está levando preciosas garrafas para alguém, a última coisa que você quer é lidar com a frustração de não conseguir presentear seu amigo ou anfitrião. Por isso, despachar as garrafas — sabendo como os funcionários das companhias aéreas tratam as nossas malas — pode se tornar uma preocupação.

LÍQUIDOS NA BAGAGEM DE MÃO EM VOOS INTERNACIONAIS

A regra para os voos internacionais é bem rígida quanto à quantidade de líquidos que você pode levar dentro do avião (várias embalagens de, no máximo 100 ml que, somadas, não tenham mais de um litro). Mas, num recente voo para São José do Rio Preto, coloquei na minha bagagem de mão duas garrafas grandes de cerveja e uma maionese japonesa (que vem numa embalagem de 500g; fiquei preocupado porque não há nas regras específicas para maionese ou substâncias pastosas) e não fui nem questionado durante o raio-X.  

POSSO BEBER MEU UÍSQUE DENTRO DO AVIÃO?

E atenção! Uma vez no avião em voo nacional, nada de pedir para o comissário um copo para uma dose de uísque: é terminantemente proibido abrir as garrafas com bebidas alcoólicas dentro da aeronave.

 

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