Eu nunca tinha ouvido falar no Olive Garden até a notícia da inauguração da franquia norte-americana no novo Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos, quando comecei a ouvir discussões sobre a “popularização” da marca entre amigos (whatever that means) e ver uma euforia nos sites  que informavam sobre a abertura do restaurante italiano no aeroporto (o restaurante é extremamente popular entre brasileiros que visitam a Flórida, parece). Assim, quando da minha visita ao novo Terminal 3 fiz questão de comer lá.

Comida que parece pré-processada, tempero exagerado (será que é para mascarar a falta de qualidade da matéria-prima?; a salada eu só consegui comer com o pão ao mesmo tempo de tão forte o molho), massa tão cozida que já vem toda despedaçada no prato, pedaços de frango e camarões que pareciam borracha (congelados?), molho PESADO (em caixa alta), sem falar na minha amiga, que pediu o Steak Gorgonzola-Alfredo (medalhões de filet mignon com fettuccine ao molho Alfredo) e não conseguiu comer a carne de tão passada — ela tinha pedido ao ponto — quando a atendente disse: “Ai, eles sempre erram”.

Tirando os pãezinhos saborosos e quentinhos (a bruschetta de tomate também é boa, mas isso até eu faço), a comida do Olive Garden parece comida pronta de supermecado aquecida no microondas, a R$ 140 para duas pessoas, sem vinhos, sem sobremesa. Enquanto isso, esperamos ansiosamente a abertura do Ráscal, que será no mezanino do Terminal 3. Porque será a única opção de jantar nos Terminais 3, 2, 1 e 4.

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O meu prato: uma massa de camarão e frango ao molho carbonara.