• Guia

  • BAIRRO

  • ESTILO

  • NÍVEL DE PREÇO

  • ÉPOCA

  • Filtro - POST

  • CARACTERÍSTICAS

Guia

Quem disse que viajar para o Japão é caro?

Existiu uma época — poucos anos atrás, na verdade — em que uma passagem aérea para o Japão, em classe econômica, não custava menos que US$ 3.000. A distância (quase 30 horas de viagem, considerando o tempo nos aeroportos e de conexão) e o preço só para se chegar lá desencorajavam muita gente. O fato de o Japão também ter a fama de ser um dos países mais caros do mundo — o que é verdade, mas apenas em alguns aspectos, e principalmente para quem mora lá — criou o medo de se viajar para a terra do Sol Nascente e...


Saiba como usar os mapas Simonde no celular durante sua viagem; é simples!

Antes quando viajava, sempre organizava a agenda do dia por bairro (dia 10, vou explorar bairro X; dia 11, exploro Z), até perceber que, muitas vezes, um lugar estava AO LADO de outro que já tinha ido, porque estavam nas extremidades de bairros vizinhos (em Paris principalmente, já que o 8º arrondissement  fica ao lado não só do 9º, mas também do 1º; o 3º é vizinho do 4º e também do 10º arrondissement...). E eu ficava com a sensação de “se eu tivesse planejado melhor, poderia ter conhecido esse lugar no mesmo dia; perdi...


Shinkansen, 50 anos, nenhum acidente

Lançado em outubro de 1964, o Shinkansen, o trem-bala japonês, comemora, em outubro de 2014, 50 anos, 5,5 bilhões de passageiros transportados e NENHUM acidente fatal. Média de atraso de todas as viagens dos trens em TODA a sua história: menos de um minuto. O primeiro serviço ligava Tóquio à Osaka, quando o Japão ainda não era nada da maravilha que é hoje; mas prometia, e o Shinkansen, a 320 quilômetros por hora, se transformaria num símbolo das transformações do país (os trens de alta velocidade para as massas só entrariam...


Por que ir ao Japão em abril

Dura apenas uma semana. É aguardado ansiosamente por todos os japoneses, de Kyuushu a Hokkaido. É anunciado pela Agência Meteorológica do Japão e quando começa, só se fala disso em todas as emissoras de TV do país (tá bom, tô exagerando, mas é quase isso). Mas é um dos espetáculos urbanos — e naturais — mais lindos do mundo. E como o Japão é uma ilha comprida, que se estende “verticalmente”, a floração começa no Sul do país e vai “subindo” em direção ao Norte. Em Tóquio, um dos lugares mais procurados...


Japão, uma introdução

Terra do Sol Nascente. A cultura japonesa tem uma fixação pelo Sol e por todos os outros elementos da natureza. Na música, na literatura, nas artes — geralmente utilitárias (nas porcelanas, nos kimonos, nos objetos de uso pessoal) e não apenas “plásticas” —, flores, montanhas, rios e ventos são constantes (entre as flores, a mais famosa é a das cerejeiras, em japonês sakura). Mesmo a família imperial, cujo símbolo é o crisântemo (kiku), que é a linhagem imperial mais antiga do mundo (começou com Jinmu Tennoo no ano...


Kabuki-za V

Para quem gosta de artes, assistir a uma peça do gênero kabuki no teatro Kabuki-za é uma das experiências mais incríveis do Japão. O kabuki, junto com o no, o bunraku e o buto, é um teatro tradicional japonês que (apesar de – ou justamente por – ser luxuoso, assim como a ópera, era destinado às massas) surgiu no século 18. Todos os atores (homens, já que mulheres até hoje não são permitidas) estudam praticamente a vida inteira para especializar-se em um único tipo de papel (algo impensável para a nossa dramaturgia...


Sukiyabashi Jiro Honten

Se eu dividir o preço do almoço pelo tempo que ele durou, posso dizer com tranquilidade que foi o minuto em restaurante mais caro da minha vida (mais precisamente R$ 50 por minuto). O Sukiyabashi Jiro é espetacular. Mas o mais intrigante é que a experiência nos mostra o quão diferentes são os approachs  do que é alta gastronomia no Japão e no Ocidente. Em um restaurante francês ou contemporâneo em Paris, Nova York ou São Paulo, se você pagar US$ 400 por pessoa num almoço (só o omakase, menu-degustação em japonês, do Jiro...


Beige

O Beige é um restaurante-experiência que você só encontra em Tóquio. Imagine jantar no prédio da Chanel (com vista para o bairro de Ginza), onde os móveis são assinados por Peter Marino, os garçons vestem Karl Lagerfeld e a comida é de Alain Ducasse. Através de uma parceria única no mundo, Ducasse se inspirou em Mademoiselle  (bege era sua cor favorita) para criar um cardápio francês contemporâneo e enxuto (a gente sempre prefere restaurantes com poucas - e boas - opções) com ingredientes locais, como a carne bovina de...


WordPress Theme built by Shufflehound. Todos os direitos reservados. © 2018 - Simonde