Simonde está em viagem: Veneza e Taormina

Hoje estamos embarcando no Boeing 777-200 da Alitalia (vamos conhecer a Premium Economy da companhia aérea que desde 2004 tem como uma das donas a Etihad) para um dos hotéis mais míticos de Veneza, da Itália e do mundo, o Belmond Hotel Cipriani, que fica na ilha em frente à San Marco, nesta cidade que foi construída com a ascensão dos bárbaros (os romanos fugiam dos ataques sangrentos das tribos) sobre troncos de árvores enfiados na terra enlameada, uma tecnologia única que perdura até hoje. Depois ainda descemos para a Sicilia,...


Hidroavião: a emoção de ver dos céus as obras faraônicas em Dubai

Se uma das experiências mais legais em Nova York, São Paulo ou Paris é fazer um passeio aéreo para se ter uma perspectiva diferente da cidade (ou situar os lugares num “Google Map mental”), em Dubai essa experiência é ESSENCIAL. Porque aqui as construções são tão grandes que elas não cabem nas fotos. A ilha artifical The Palm, por exemplo, é muito maior do que eu imaginava (e olha que a próxima ilha-palmeira a ficar pronta, a Palm Deira, será oito vezes maior que a The Palm), e o Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo,...


Ca’d’Oro 2.0: conquista para o centro de SP sem o glamour de outras épocas

O Ca'd'Oro (em dialeto veneziano “Casa de Ouro”), assim como o Hilton da Avenida Ipiranga (hoje fechado), foi um dos grandes hotéis de São Paulo e teve como hóspedes e habitués  presidentes e políticos brasileiros, a realeza europeia, artistas e intelectuais famosos mundialmente (enquanto o Hilton seguia o estilo americano de eficiência, o Ca’d’Oro sempre teve orgulho de sua classe europeia). Inaugurado como um pequeno hotel na Rua Basílio da Gama em 1956, depois de três anos de sucesso com o restaurante de mesmo nome, foi...


Matsuhisa: Comida nipo-peruana no coração do hotel-palácio Royal Monceau

Sempre que leio que algum chef  de quem gosto está abrindo uma franquia parece uma traição, como se ele tivesse trocando a arte pelo comércio, mais preocupado com o dinheiro que com a qualidade. Mas as boas franquias — aquelas que conseguem manter o padrão — têm um lado bom: para os locais e quem viaja frequentemente e deixa de buscar apenas o que é genuíno e regional, elas permitem experiências familiares em várias partes do mundo. E assim como eu AMO comer os cinnamon rolls  da Cinnabon em Los Angeles ou em Dubai, o Black...


Dubai: o emirado do deserto que importa areia

Ao entrar num avião Air France ou American Airlines com destino a Paris ou Nova York, a gente já se sente — por causa da comunicação da companhia e da tripulação quase toda nativa — na França ou nos Estados Unidos, ainda em solo, no Aeroporto de Guarulhos ou no Galeão. Entrar numa aeronave Emirates é totalmente diferente: não existem  tripulantes emiradenses (a grande maioria nem árabe fala), o que é sempre anunciado no speech: “Temos a bordo tripulantes de 37 nacionalidades, falando 53 idiomas” (tô exagerando:...


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